A luta dos quilombolas por direitos como saúde, alimentação, educação e território é atravessada pelo racismo estrutural, sobretudo frente aos desafios provocados pela pandemia. Durante a crise sanitária da Covid-19, as comunidades quilombolas precisaram se unir em busca de vacinação prioritária e efetiva.As comunidades tradicionais foram reconhecidas como grupo prioritário de vacinação contra o novo coronavírus pelo Supremo Tribunal Federal (STF) somente em fevereiro de 2021. A conquista foi resultado da pressão exercida pela Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais
Fonte: Como o racismo estrutural dificulta o acesso dos quilombolas à saúde?

