No acordo entre PCC e Alckmin, o Estado de São Paulo se rendeu ao mundo do crime

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Alckmin_PCC06

Luis Nassif em 27/7/2015

O Estadão de hoje [27/7] publica uma bela reportagem de Alexandre Hisayasu sobre o acordo celebrado em 2006, entre o estado de São Paulo e o PCC. Não foi acordo: foi rendição.

A reportagem faz um balanço das vítimas do PCC: 23 PMs, 7 policiais civis, 3 guardas, 8 agentes penitenciários, 4 civis e 107 supostos criminosos. Faltaram mais de 600 inocentes nessa conta.

Descreve os encontros entre os dois secretários do governo paulista – Saulo de Castro Abreu, da Segurança, Nagashi Furukawa, da Administração Penitenciária – com Marcola e como, depois do encontro, cessaram os ataques.

Antes disso, Marcola tinha dois pedidos: autorizar visitas no Dia das Mães e permitir que os detentos pudessem falar com seus advogados. Saulo preferiu partir para o enfrentamento. Terminou rendendo-se aos fatos e aceitando o acordo.

A reportagem para por aí, para não entrar no terreno minado…

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