Apartheid e racismo nas cidades da soja

A cuia e o chimarrão, a bota e a bombacha, o salame e a grappa não deixam margem a dúvidas: chegamos ao Rio Grande do Sul? Não, chegamos ao Mato Grosso. Nossa primeira parada é em Nova Mutum, a duzentos quilômetros de Cuiabá, que geograficamente funciona como uma espécie de porteira das capitais do agronegócio.Os campos começam a se estender para além do horizonte, e viram um mar de soja, ornados com placas de corporações que celebram uma agricultura de alta produtividade, tecnologia e precisão total: “Soy Tech”, “Ideal Agro”, “Agro Baggio”. Por entre lojas de defensivos agrícolas, circulam

Fonte: Apartheid e racismo nas cidades da soja

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: