Francy Lisboa, via Jornal GGN em 8/9/2015
Durante a campanha presidencial do ano passado tivemos momentos épicos que ficarão guardados para serem utilizados a título de exemplo para situações correntes.
Um dos pontos daquela estressante campanha de 2014 foram as idas e vindas da então candidata Marina Silva em relação a temas polêmicos. O comportamento errático da candidata pelo PSB fez com que ocorresse aquilo que nenhum militante merece: ter seu tapete puxado pelo próprio candidato.
Não se pode negar que todos nós, seres passivos de paixões, queremos sempre um nível básico de previsibilidade nas ações daqueles que acreditamos, ou seja, uma diretriz, para não sermos pegos de surpresa e assim fazermos o papel de bobos. Melhor, papel de otários, para usar o linguajar mais brasileiro possível.
Minhas teorias psicanalistas podem ser simplistas, mas também é inegável que todos nós temos uma relação de ódio com situações e pessoas que…
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